Rupturas são entendidas pela Associação ECR como a falta de produto na gôndola do ponto de venda, no momento em que o consumidor ali o procura. Em outras palavras todos os produtos do mix regular de vendas da empresa deveriam estar sempre à disposição do consumidor no ponto de venda.
Rupturas ocorrem em todo tipo de varejo, no mundo todo, independentemente do grau de sofisticação da tecnologia de retaguarda.
A conseqüência das rupturas incluem perdas de venda para indústria e para o varejo, impacto nas relações de fidelidade do consumidor com a marca e com a loja, bem como insatisfação do consumidor.
A solução das rupturas passa pela apuração qualitativa e quantitatia de sua ocorrência em cada loja, entendimento das causas que levaram a falta do produto, análise das intervenções possíveis para eliminar a causa e mudança nos procedimentos para evitar que o problema se repita. Tendo em conta que as causas podem ir desde o fornecimento dos insumos da indústria até o reabastecimento da gôndola na loja, é indispensável o envolvimento de todos os integrantes da cadeia de abastecimento neste tipo de intervenção, especialmente fabricantes, transportadoras/operadores logísticos e varejistas, com representantes das áreas comercial, logística, gestão de loja, TI e outro.
O Comitê de Rupturas fez um amplo trabalho de avaliação da ocorrência de rupturas no cenário brasileiro, mapeamento de suas principais causas e proposta de melhores práticas de combate a cada uma delas, produzindo diversos manuais tanto sob o título Campanha do Bilhão, como também relativos à outras práticas como EDI, paletização, reposição eficiente.
Cadastre-se e faça o download dos fascículos...